Como reduzir riscos de acidentes no transporte de cargas

Matéria publicada em Novembro de 2014
Matéria publicada em Novembro de 2014

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De acordo com a Associação de Gestão de Despesas de Veículos (AGEV), prejuízos causados por acidentes de trânsito envolvendo caminhões podem ser até 12 vezes maiores do que os causados pelo roubo de cargas. Dessa forma, as perdas atingem não só os motoristas, mas toda a cadeia logística, atingindo em cheio o consumidor.
Dessa forma, as transportadoras e embarcadoras buscam soluções eficazes para reduzir o número de acidentes. São equipamentos que usam telemetria para identificar trechos perigosos e planos de gerenciamento de riscos, que juntos conseguem reduzir o número de sinistros.

“O custo dos acidentes, que já é alto e vai continuar crescendo. O custo médio de um acidente no Brasil é avaliado em R$ 58 mil e os  maiores fatores que impactam nesse valor são danos ambientais; indisponibilidade da frota; não atendimento aos clientes; ressarcimento a terceiros acidentados e perda de capacidade produtiva e absenteísmo”, explica Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny (www.buonny.com.br), maior gerenciadora de riscos independente do Brasil.

“Os maiores causadores dos acidentes são a imprudência e o cansaço na direção. Por isso, monitorar estes dois pontos e alinhar as metas da empresa com eles é fundamental na prevenção”, diz Luiz Munhoz, diretor da Mix Telematics (www.mixtelematics.com.br), uma das líderes mundiais em soluções para gestão de frotas.

Imprudência dos motoristas

Os acidentes são consequência de comportamentos perigosos, dessa forma, trabalhar na redução destes irá impactar diretamente no seu número. Segundo Munhoz, a primeira causa mais frequente é o excesso de velocidade, depois a direção agressiva. “A empresa deve criar uma política de direção segura, divulgar e treinar os funcionários. Além disso, as metas de produtividade da empresa devem estar sincronizadas com esta política, assim os funcionários não vão dirigir de forma perigosa para cumprirem prazos extremamente curtos”.

Fonte: Buonny e Mix Telematics

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